O livro Família e Paternidade trata de assuntos importantes que afligem a
sociedade no contexto atual e foi criado congregando autores que participam do Grupo de Estudos Gestão Social Sustentável, Família e Paternidade, da Universidade Estadual de Feira de Santana – UEFS. A obra tem como objetivo refletir sobre temas polêmicos e atuais sobre a família e a paternidade.
No capítulo 1 – “Abandono paterno: um aborto aceito socialmente? “, de Juliana Araújo, Ana Carvalho e Luiz Gustavo Lima, os autores buscam entender porque o aborto paterno é socialmente aceito e o materno não; uma vez que este tema se mostra extremamente relevante na contemporaneidade em virtude da violência gerada pela pobreza tão presente em famílias monoparentais femininas. Trata também, da necessária responsabilização do homem no cuidado da família, uma vez que esta responsabilização é um importante mecanismo de combate à desigualdade de gênero e também, direta ou indiretamente, responsável por tantas outras mazelas sociais.
O capítulo 2 – “Mediação de conflitos no contexto escolar: o papel da Família”, de Ariadne Cruz, apresenta a importância da mediação de conflitos no contexto escolar com a participação efetiva da família, a fim de fomentar o diálogo na construção das relações positivas no espaço, descreve o papel da família em relação as discordâncias existentes no contexto da escola e a sua importância em colaborar com a mediação destes. Tratando a mediação como Prática Restaurativa que se constitui como procedimentos e atividades proativas que podem colaborar para prevenção e na resolução positiva de conflitos em geral.
Já no capítulo 3 – “A crença familiar versus proteção à vida: a criança e o
adolescente nas situações que envolvem transfusão sanguínea”, aborda uma
investigação sobre a questão da transfusão sanguínea envolvendo a criança e oadolescente cujos pais são adeptos da religião Testemunhas de Jeová, levando em consideração a possível rota de colisão entre dois importantes princípios garantidos pela nossa ordem jurídico-constitucional, a saber: de um lado o direito à liberdade religiosa ou a liberdade de credo religioso, buscando responder ao questionamento: O Estado tem legitimidade para intervir no poder familiar nas situações que envolvem transfusão sanguínea da criança e do adolescente cujos pais são adeptos da religião Testemunhas de Jeová?

 O capítulo 4 – “ O processo de adoção para um homem que aspira ser pai: estudo de caso na cidade de Salvador -BA”, tem por objetivo identificar a concepção de paternidade adotiva, as razões da opção pela paternidade adotiva e o trâmite legal enfrentado por um homem em processo de habilitação.
Por fim, o Capítulo 5 – “As políticas de Estado em apoio à família: para
redução da violência obstétrica”, é um estudo interdisciplinar, em que se constitui à partir da análise de como o Estado, ao apoiar com políticas públicas à família, poderá reduzir a violência obstétrica no contexto da saúde e busca responder ao seguinte questionamento: “Como a participação da família nas práticas integrativas de saúde, pode reduzir a violência obstétrica, com o apoio de política púbica do Estado para este propósito?”.

Agradecemos o apoio da Universidade Estadual de Feira de Santana, do Grupo de Pesquisa Gestão Social, Família e Paternidade, à Prof.ª. Hilda Vargas pela sua colaboração e a todos aqueles que contribuíram direta ou indiretamente para que essa obra fosse realizada.
Boa leitura!

Ana Barreiros de Carvalho
Corina Teresa Costa Rosa Santos
Organizadoras do Livro

Políticas para a família e a paternidade

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R$ 39,90Preço promocional
  • Ana Barreiros de Carvalho, Corina Teresa Costa Rosa Santos

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