Esta obra é resultado de pesquisa realizada na comunidade de Santa Maria de Vila Amazônia, situada na zona rural do município de Parintins. A pesquisa visou compreender como os moradores da comunidade de Santa Maria de Vila Amazônia percebem e concebem seu espaço vivido ante às transformações ocorridas na infraestrutura da comunidade. Além disso, buscou-se entender como se mantém a campesinidade entre os moradores da comunidade considerando as mudanças ocorridas em seus modos de vida; identificar quais os impactos promovidos pelas urbanidades no rural no cotidiano dos moradores da comunidade de Santa Maria; entender como tem sido construída a identidade coletiva dos moradores da Comunidade de Santa Maria de Vila Amazônia a partir da concepção de lugar e geograficidade, construídas na geografia cultural humanista. Para tanto, o trabalho foi pautado na pesquisa qualitativa por meio do enfoque da abordagem da Geografia cultural humanista na perspectiva metodológica da fenomenologia, utilizando-se de levantamentos e pesquisas bibliográficas e práticas de campo, onde foram realizadas entrevistas com os moradores locais, observação participante e levantamentos iconográficos/fotográficos. Assim, observamos uma comunidade que se caracteriza por múltiplas territorialidades, que criam e recriam lugares, a partir da geograficidade dos moradores, que vivenciam cotidianamente aquele espaço. O lugar aqui ensejado é aquele apresentado pelas ideias de Relph e Tuan, que por sua vez, se basearam na ideia de espaço vivido da obra "O Homem e a Terra", de Eric Dardel. Assim, a obra mostra como a fisionomia do lugar na comunidade de Santa Maria influencia e é influenciada pelos modos de vida dos moradores locais.

Geograficidade, urbanidades rurais e campesinidade

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  • Anderson de Souza Tavares

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