Atualmente o Brasil ocupa a sexta posição entre países com mais vegetarianos no mundo e a segunda posição em porcentagem relativa de veganos, com cerca de 16 milhões de vegetarianos, dos quais cerca de 30% são veganos, correspondendo a aproximadamente 5 milhões de indivíduos. Estas pessoas politizam diariamente seu consumo e comportamento, fazendo frente a séculos de naturalização do extermínio de animais em prol do capital.

A presente obra apresenta um estudo populacional, realizado com veganos e não veganos de todo o Brasil, acerca da forma como o veganismo é compreendido tanto por seus praticantes, como pelos outros. Dessa forma, o autor traça os caminhos pelos quais surgiu o veganismo, como se mantém relevante e por quais meios enfrenta o corpo social que o diferencia do “normal”. Além disso, também é possível compreender de que forma se criou o hábito de incluir produtos animais nas dietas do Ocidente, de quais formas o exercício do poder social e da masculinidade perpetuam a exploração predatória dos animais e algumas das diversas facetas da discriminação de minorias ativistas no Brasil.

A teoria aponta que os processos psicossociais envolvidos nessa dinâmica intergrupal não se restringem apenas ao veganismo e, portanto, futuros estudos poderão se utilizar dessa metodologia em prol da construção de um ativismo forte e capaz de produzir inclusão, igualdade e justiça social, seja qual for o movimento social estudado.

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  • Luiz Otávio Bastos Esteves

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