O sujeito enquanto ser suigeneris perfaz um caminho muito complexo para a sua constituição. Vários autores identificam mais os processos intrapsicológicos ou intraindividuais. Outros, focalizam os aspectos
interpsicológicos ou interindividuais. Sendo de uma forma ou de outra, todos esses fatores fazem um canal entre o sujeito e o mundo da linguagem. Nesse processo, fazem parte a pulsão que vem baseada na
demanda do outro. Também a castração que exerce papel fundamental na impossibilidade da realização do gozo interiorizado.
As condições do inconsciente, as repetições, as transferências, as produções, dão lugar à emergência do
sujeito. Para a psicanálise, o sujeito se constitui na linguagem e pela linguagem que o sujeito produz e
sofre. Entra nesse processo, o sujeito como influenciador e influenciado na e pela sociedade.
Esse sujeito, através da sua exploração perceptiva, vai assimilando, evoluindo, esquematizando, transformando com base nas suas estruturas intelectuais, afetivas, individuais; dependendo do seu desejo
e das suas buscas.
Com o seu conhecimento, o sujeito no seu processo epistemológico interage com o outro em uma batalha que lhe permite associar-se, dominar, ver e sublimar.
Mas, deixemos para que o leitor tire as suas conclusões ao tempo em que, associando-se aos
conhecimentos aqui descritos, possam perceber que por mais que tentemos, “o conhecimento não tem
sujeito agente, nem origem, muito menos fim”. (Bacha, 1998, p.118).

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